• menu
  • fechar
  • No banheiro do cabaré, Júnior Rebouças

    No banheiro do cabaré

    Vontade de ir ao banheiro

    Uma rapariga namorando

    Deixa pra ir no desespero

    Tava ocupado, aí ficou esperando

    Entrou e sentou no trono

    Tentou se ajeitar

    Mas o cu não tinha mais dono

    Aí foi só relaxar

    E já foi saindo um pipoco

    Foi merda pra tudo que é lado

    E ele pensou: – saí do sufoco

    A culpa foi daquele picado

    Pareceu mais uma explosão

    Deixou até o foreba ardendo

    Mais parecendo mais uma erupção

    O local ficou todo fedendo

    O odor da bosta chegou no salão

    Com tudo que é puta mangando

    – Para a dança, decretou o cafetão

    A dona do recurso se lastimando

    Virou um alvoroço danado

    Chama o Véi Pretin segurança

    Já foi batendo na porta alterado

    O merdume já chegou na vizinhança

    O cabaré todo abismado

    E Dona Gostosa tomou uma decisão

    Com o cheiro exalado

    E gritou: – Bota pra fora esse cagão

    Fez a maior sujeira no bojo

    Que ele mermo começou a vomitar

    Quando olhava dava nojo

    Cagando, enguiando e também a se mijar

    A situação tava muito ruim

    E pra piorar no bordel

    Nunca tinha passado coisa assim

    Quando foi ver não tinha papel

    Como resolver a parada?

    Era de pânico sua expressão

    Limpar com a cueca furada

    Foi a única solução

    Saiu ainda tonto

    Dona Gostosa disse: – Bonito pra sua cara

    E não se faça de santo

    Vá pra longe da minha casa

    A história de fato aconteceu

    Por quenga sentindo paixão

    E foi com um amigo meu

    Saiu ainda todo melado naquela ocasião

    por manoelrebjr

    Nenhum comentário

    Seja o primeiro a comentar o tópico.

    Entre na discussão!

    Fique tranquilo, seu email está seguro.