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  • Verso popular sonetado do bicho que ninguém vê, perigoso chegado, mortal e ainda não saído – Por Júnior Rebouças

    Verso popular sonetado do bicho que ninguém vê, perigoso chegado, mortal e ainda não saído

     

    O danado vive a vida espiando, pra atucaiar

    Jagunço que entra na fazenda ou na taipa sem aviso

    Chega no rico e mais ligeiro no homi liso

    Mas tudin vão findar e pegar

     

    Se quiser a pegação ir rimoendo

    É fazer tudo com limpação

    Num tendo ajuntamento de gente de montão

    Se danando pro sítio… se escafedendo

     

    É bom matrerar com essa murrinha

    Tem morte morrida derna donde ela vinha

    E que bixiga é isso? uma ruma de matuto mascarado?

     

    Pra rua só se for pra feira, delegacia ou facada pra urgência

    Não vá inventar com o cabo má querência

    Apois a “gripezinha” pega em quarquer um que tá de lado

     

    Júnior Rebouças

    por manoelrebjr

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